A evolução é uma roda que não para de girar. O segmento escolar sabe bem disso, pois na última década vivenciou profundas mudanças e entendeu que a tecnologia é um caminho sem volta. Recursos digitais atualmente estão inseridos em muitos dos processos internos das instituições. Nada porém, se compara ao que vem agora. Se até então o que ocorria era a “digitalização” de atividades outrora físicas, isso hoje já não basta. As urgências do século XXI pedem mais, pedem que a tecnologia não apenas faça parte dos processos escolares, mas seja a própria base estrutural deles. O giro da roda já foi dado, e o que se avista no horizonte é um conceito inovador: Transformação Digital.

O momento de inovação chega nas escolas pelo Programa de Transformação Digital ClipEscola M3I, que se desenvolve por meio de plataforma homônima, com versão web e mobile. O programa é uma trajetória completa de amadurecimento digital e compreende quatro estágios: Papel (básico), Mobile (agenda digital), 360° e Inteligência Artificial. O objetivo é que as escolas evoluam gradualmente de um para o outro, até que atinjam a transformação digital plena.

Estágios

No primeiro estágio, o Papel, estão as instituições de ensino que ainda utilizam agenda de papel, circulares, mural de recados e dispositivos não exclusivos para escolas, como WhatsApp, telefone e e-mail. A comunicação nesse patamar é muito básica e com inúmeras “dores”, como falta de efetividade, de organização e de engajamento dos pais. O propósito do programa aqui é conduzir essas escolas ao próximo nível, dando o start em suas trajetórias de amadurecimento digital.

O segundo estágio, o Mobile, compreende as escolas que já utilizam agenda digital para a comunicação escolar. O papel e outros recursos físicos não fazem mais parte da realidade delas. Aqui as interações com os pais ocorrem com controle total da escola, que define inclusive uma limitação de horários para o retorno a eles. Eventos escolares e reuniões também são gerenciados dentro da própria ferramenta, e a instituição colhe expressivos resultados como: engajamento dos pais, redução de custos com comunicação e aumento da produtividade dos professores. Nesse estágio, todas as dores da fase anterior são sanadas.

É no terceiro estágio, o 360°, que a transformação digital passa a englobar a escola inteira, integrando os dados de todas as equipes em uma única plataforma e proporcionando um ganho de eficiência gigantesco na execução das atividades. O mesmo canal que faz a comunicação passa também a gerir estratégias de marketing e endomarketing, oportunizando para escolas a captação e retenção de alunos, a fidelização do público interno e a atração de novos talentos.

O grau máximo de transformação digital é atingido no quarto estágio, o Inteligência Artificial. Nele as escolas começam a usar recursos de machine learning e data mining para potencializar resultados como:

  • Aumento da produtividade dos colaboradores, obtido quando as tarefas repetitivas passam a ser realizadas por chatbots, liberando os colaboradores para outras atividades;
  • Retenção de alunos, alcançada com o emprego de mapa de humor para o entendimento do sentimento do público e a estruturação de ações de fidelização; 

Criação de planejamentos estratégicos assertivos para a escola, que são desenvolvidos com base na previsão de cenários favoráveis e desfavoráveis diagnosticados pelo recurso de análise preditiva.

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Texto: Graziela Balardim – Jornalista, especialista em Produção Multimídia e Conteudista de Marketing Digital na empresa ClipEscola.